traulitadas @ 11:23

Qua, 28/12/05

 Votos de Um 2006


 Excelente...




traulitadas @ 09:50

Sex, 23/12/05

 Votos de Um Santo


 e Feliz Natal...





traulitadas @ 10:33

Sex, 16/12/05

Antigamente contavam-se carneiros para adormecer, agora basta dar um intervalo em qualquer canal de preferência na sic ou tvi e apanhamos cerca de meia hora de publicidade e já está.

Mas nem tudo é mau. Se o sono não surgir entretanto, e a madrugada for avançando ficamos sempre a saber que existem “N” serviços para o telemóvel, que vão desde a chats cupido, passando por imagens de “gajas” (perdoem-me a expressão), toque mono, poli , mono peido, poli peido, peido rap, etc, etc. Pelo meio e para desanuviar o cheiro surgem resmas de perfumes para homem e para mulher, paletes de bebida e outras coisas mais, porque entretanto adormeci e não consegui ver a segunda parte do CSI…..



traulitadas @ 09:46

Sex, 16/12/05

Este lado da moeda é algures no distante, contudo assimetrias deste género existem bem perto de nós........



traulitadas @ 15:04

Qua, 14/12/05

Teste a sua caligrafia Aqui



traulitadas @ 13:56

Qua, 07/12/05

_0047.jpg


Um destes dias, depois do trabalho senti a necessidade de ver o mar. Durante longos anos esta foi uma rotina que não dispensava, todos os dias tinha que lá passar, olhar nem que por milésimos de segundo aquela imensidão. Contudo e estranhamente, de uma forma inconsciente, foi esmorecendo essa necessidade, só me apercebendo que já não ia ver o mar, quando dele senti falta.


 Lembro-me de certas alturas, que essa necessidade era premente.


 As minhas mais remotas recordações do mar, e neste caso da praia da Torreira, remontam ao tempo em que ainda não existia a “muralha” que hoje existe. Naqueles tempos o mar subia ferozmente no Inverno chocando com as rochas.


 É estranho, agora que falo nisso sempre gostei mais de ver o mar de Inverno do que de verão. Quando falo em ver o mar, refiro-me ao desfrutar dele como paisagem imponente, de vontade própria. Talvez seja isso que sempre me fascinou nele. Por outro lado, o mar sempre me provocou medo.


 Esta dualidade fascínio, medo deverá ser o segredo que de certa forma nos une e nos separa.


Nunca usufrui muito do mar, passando-se largos anos em que o contacto mais pessoal que tivemos foi um simples molhar de pés…


Todas as vezes que o vou visitar está diferente, é diferente. Se há dias que contemplo a sua acalmia, outros contemplo a sua ferocidade. Quando não o visito, quando simplesmente o ouço desperta-me invariavelmente a atenção. O som das ondas á distancia tem um efeito ligeiramente hipnótico, despertando num imaginário visual o seu movimento, a sua espuma branca flutuante, a sua violência de contacto com a areia, o vai e vem, as ondas cruzadas, as correntes talvez fortes, talvez fracas.


Esta é a minha relação com o mar. Difícil de explicar, de compreender, uma relação indefinida, onde a linha que separa o fascínio do medo é ténue.




traulitadas @ 09:58

Seg, 05/12/05

images.jpg

Quem não se lembra????

Eu lembro-me e gostava de ver!!!



traulitadas @ 14:38

Sex, 02/12/05

EM ACTUALIZAÇÃO.......................

VOLTA DENTRO DE MOMENTOS......

pois parece que fiz asneira da grossa!!!!!!!


Porque nem sempre tudo tem que fazer sentido!!!
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